Para compreender a adolescência!!!
A busca da identidade Regras e proibições costumam provocar os mais diversos comportamentos rebeldes nos jovens. Contestar opiniões, querer inovar e começar a pensar no futuro são atitudes que estão relacionadas à fase em que o adolescente passa por uma importante mudança cognitiva - a conquista do pensamento abstrato - e redefine conceitos fundamentais para a formação da identidade. Essa conquista não está relacionada simplesmente à maturação biológica e à idade cronológica mas também aos estímulos que cada indivíduo recebe.
- A importância do grupo Na puberdade, a tendência é que o adolescente se afaste da rede protetora da família e busque referências nos amigos e outros adultos para se formar como sujeito. Nessa hora, os colegas de escola crescem em importância. Novos comportamentos e valores vêm à tona e é em quem eles vão encontrar segurança para lutar contra a angústia da solidão, típica
dessa fase.
- A construção da sexualidade É nessa idade que o prazer começa a se dirigir para o outro. O jovem experimenta a sensação de luto por perder o corpo de criança e de surpresa pela formação de adulto. Ele precisa aprender a lidar com o desejo e isso provoca uma série de sensações desconhecidas.
Além de aspectos do comportamento dos adolescentes, a página do site também trata de temas relacionados às crianças, como a importância dos rabiscos e da evolução do desenho infantil como parte do desenvolvimento cognitivo e expressivo dos menores. O bullying (agressão física e verbal aos colegas) e o cyberbullying (quando praticada pela internet) são, ainda, outros assuntos discutidos.
Eles andam em grupos e seguem modas. Muitos são rebeldes e agressivos. Estão na fase de violar regras e querer mudar o mundo. Entender como são e o que pensam os adolescentes é essencial para que a escola obtenha êxito em seu papel de educar. Pensando em como ajudar diretores, coordenadores pedagógicos e professores a trabalhar melhor com esse público, a revista NOVA ESCOLA está fazendo, desde março, uma série de reportagens sobre o que pensam e como se comportam os jovens - conteúdo totalmente disponível
no site.
Na edição deste mês, o assunto é drogas. Compreender a relação dos jovens com essas substâncias e por que o contato se intensifica na adolescência é o primeiro passo. A sensação de prazer, a curiosidade e o desejo de transgredir são fatores que contribuem para o agravamento do problema. O consumo de álcool, por exemplo, faz parte da rotina: 65,2% dos adolescentes já experimentaram bebidas alcoólicas, segundo pesquisa do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas feita com estudantes de 10 a 18 anos de escolas públicas. Outros 5,9% fumaram maconha e 15,5% usaram acetona e lança-perfume. Muitas vezes, o consumo de drogas lícitas ou ilícitas ocorre dentro da escola. Por isso, é preciso pensar na melhor maneira de tratar o assunto.
Levar os alunos a refletir sobre o tema, mostrando que as consequências são para toda a vida, é uma das formas de incentivar escolhas mais conscientes. Também é importante debater sobre outras formas de prazer imediato e que não são danosos. Vale ressaltar e deixar claro para os estudantes que a abertura para dialogar sobre as drogas não implica na não-obediência às normas estabelecidas em conjunto, como as de não fumar na escola.
http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/compreender-adolescencia-adolescentes-jovens-590782.shtml?page=0
Revista Nova Escola!
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Educação, para onde vai? - Mini história da educação no Brasil
http://www.youtube.com/user/temporadafora?v=rLSmU6deuPQ
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Educação
Essa foto foi tirada no facebook Ensinar & Cia ....
Ensinar & Cia http://www.facebook.com/photo.php?fbid=508850025811574&set=pb.354320347931210.-2207520000.1352500803&type=3&theater
domingo, 21 de outubro de 2012
O que são os comportamentos leitores e escritores
As definições trazidas pela pesquisadora argentina Delia Lerner, explicam por que esses comportamentos precisam ser considerados conteúdos de ensino
Comportamentos leitores
“Entre os comportamentos do leitor que implicam interações com outras pessoas acerca dos textos, encontram-se, por exemplo, as seguintes: comentar ou recomendar o que se leu, compartilhar a leitura, confrontar com outros leitores as interpretações geradas por um livro ou uma notícia, discutir sobre as intenções implícitas nas manchetes de certo jornal... Entre os mais privados, por outro lado, encontram-se comportamentos como: antecipar o que segue no texto, reler um fragmento anterior para se verificar o que se compreendeu, quando se detecta uma incongruência, saltar o que não se entende ou não interessa e avançar para compreender melhor, identificar-se com o autor ou distanciar-se dele assumindo uma posição crítica, adequar a modalidade de leitura - exploratória ou exaustiva, pausada ou rápida, cuidadosa ou descompromissada - aos propósitos que se perseguem e ao texto que se está lendo...”
Comportamentos escritores
“Quanto aos comportamentos do escritor, a distinção entre o que é compartilhado e o que é privado é menos nítida, talvez porque a escrita seja mais solitária do que a leitura, mas, ao mesmo tempo, obriga quem a exerce a ter constantemente presente o ponto de vista dos outros, dos futuros leitores. Planejar, textualizar, revisar mais de uma vez... são os grandes comportamentos do escritor, que não são observáveis exteriormente e que acontecem, geralmente em particular. No entanto, decidir os aspectos do tema que serão tratados no texto - uma atividade mais específica envolvida no processo de planejamento - supõe determinar qual é a informação que é necessário dar aos leitores e qual se pode omitir, porque é previsível que estes já a manejem ou possam inferi-la, quer dizer, supõe considerar os prováveis conhecimentos dos destinatários. Evitar ambiguidades ou mal-entendidos - uma atividade envolvida no processo de textualização/revisão - implica, ao mesmo tempo, uma luta solitária com o texto e um constante desdobramento do escritor que tenta imaginar o que sabe ou pensa o leitor potencial... As exigências desse desdobramento levam o escritor a pôr em ação outras atividades nas quais se introduz mais claramente a dimensão interpessoal: discutir com os outros qual é o efeito que se aspira produzir nos destinatários através do texto e quais são os recursos para consegui-lo; submeter à consideração de alguns leitores o que se escreveu ou se está escrevendo...”
Trechos do livro Ler e Escrever na Escola: o Real, o Possível e o Necessário, Délia Lerner, 128 págs., Ed. Artmed, tel. 0800-703-3444, 36 reais.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Comportamento (1 a 3 anos) Sobre a Chupeta.
Meu filho adora chupeta. Isso é preocupante?
Muitas crianças se acalmam quando chupam a chupeta e chegam a usá-la até ter 5 ou 6 anos. Às vezes a chupeta também ajuda a criança a aliviar o estresse ou a se adaptar a situações novas e desafiadoras, como começar a ir à creche ou escolinha, ou fazer uma viagem longa de carro.
Há boas razões, porém, para ir convencendo seu filho de que é bom abandonar o hábito. Se ele tiver tem tendência a infecções no ouvido, por exemplo, largar a chupeta pode ser uma boa idéia. Um estudo mostrou que crianças que não usavam chupeta tinham 33% menos incidência desse tipo de infecção no ouvido médio. A chupeta também não ajuda crianças que parecem estar desenvolvendo problemas na hora de falar. O ato de sugar ou chupar mantém a boca da criança em uma posição pouco natural, dificultando o desenvolvimento dos músculos da língua e dos lábios, explica a especialista norte-americana Patricia Hamaguchi, autora de um livro sobre a fala ("Childhood, speech, language, and listening problems: What every parent should know"). Mesmo que não dê para perceber algum problema, seu filho está aprendendo a falar, e fazer isso com uma chupeta na boca pode atrapalhar o processo, alterando o modo como os sons são pronunciados e forçando a língua a descansar numa posição pouco natural. Em alguns casos, o uso frequente da chupeta faz com que a língua se projete para a frente, o que pode causar problemas nos dentes ou de ceceio (às vezes confundido com a língua presa: a língua entra no meio dos dentes na hora de falar sons como "s" e "z"). Por esses motivos, é recomendado limitar o tempo de chupeta da criança ao mínimo possível. Procure usar as chupetas pequenas e macias, como as de tamanho para recém-nascidos. Quando ela tiver por volta de 1 ano e meio, é melhor pensar em fazer a criança parar de vez.
Chupetas afetam os dentes da criança?
Crianças com o hábito de chupar
constantemente os dedos ou a chupeta podem ter problemas com o
crescimento dos dentes frontais superiores. Mas dentistas dizem que, na
maioria das crianças, a chupeta não provoca nenhum problema até que
surjam os dentes permanentes -- por volta dos 4 a 6 anos de idade.
Mesmo assim, é uma boa idéia contar ao dentista sobre a chupeta, para que ele veja se está tudo bem com os dentes e a mandíbula da criança.
Mesmo assim, é uma boa idéia contar ao dentista sobre a chupeta, para que ele veja se está tudo bem com os dentes e a mandíbula da criança.
Como faço meu filho largar a chupeta?
O ideal é que seu filho largue a chupeta
sozinho, pois sua necessidade de chupar algo deveria diminuir
naturalmente conforme ele cresce.
Para ajudá-lo, fique de olho e, quando ele for querer a chupeta,
providencie algo para substituí-la. Se ele pega a chupeta quando está
entediado, ofereça alguma atividade mais interessante, como um livro
para folhear, ou faça caretas engraçadas para distraí-lo.
Já se a criança tende a colocar a chupeta na boca quando está preocupada ou se sentindo insegura, ajude-a a explicar o que ela está sentindo. Faça perguntas para descobrir o que está acontecendo e conforte-a de outro jeito -- com beijos e abraços, por exemplo. Para encorajar seu filho, elogie quando ele conseguir ficar sem a chupeta. Você também pode controlar o uso da chupeta, e deixar que ele a use só à noite ou na hora do cochilo. E procure não oferecer a chupeta. Se ele não pedir, não dê, mesmo que ele esteja acostumado a dormir com o bico. Experimente usar um calendário para anotar os dias que seu filho ficou sem a chupeta. Para cada dia sem, marque com um adesivo colorido, como uma estrelinha dourada. E quando ele completar uma semana sem chupeta, dê um prêmio, como um passeio especial ou uma brincadeira a dois. Mas até que a chupeta seja totalmente abandonada, seja paciente e continue com os cuidados básicos: lave bem a chupeta uma vez por dia e também quando ela cair no chão. Deixar a chupeta por alguns minutos numa solução com água e vinagre branco uma vez por dia ajuda a prevenir o aparecimento de fungos. Enxágue bem e deixe secar naturalmente. Ensine seu filho a nunca emprestar a chupeta a amiguinhos.
Quando lavar a chupeta, verifique se o bico está firmemente colado à base (para que não haja risco de ele se soltar e seu filho engasgar) e troque assim que vir algum sinal de desgaste.
Já se a criança tende a colocar a chupeta na boca quando está preocupada ou se sentindo insegura, ajude-a a explicar o que ela está sentindo. Faça perguntas para descobrir o que está acontecendo e conforte-a de outro jeito -- com beijos e abraços, por exemplo. Para encorajar seu filho, elogie quando ele conseguir ficar sem a chupeta. Você também pode controlar o uso da chupeta, e deixar que ele a use só à noite ou na hora do cochilo. E procure não oferecer a chupeta. Se ele não pedir, não dê, mesmo que ele esteja acostumado a dormir com o bico. Experimente usar um calendário para anotar os dias que seu filho ficou sem a chupeta. Para cada dia sem, marque com um adesivo colorido, como uma estrelinha dourada. E quando ele completar uma semana sem chupeta, dê um prêmio, como um passeio especial ou uma brincadeira a dois. Mas até que a chupeta seja totalmente abandonada, seja paciente e continue com os cuidados básicos: lave bem a chupeta uma vez por dia e também quando ela cair no chão. Deixar a chupeta por alguns minutos numa solução com água e vinagre branco uma vez por dia ajuda a prevenir o aparecimento de fungos. Enxágue bem e deixe secar naturalmente. Ensine seu filho a nunca emprestar a chupeta a amiguinhos.
Quando lavar a chupeta, verifique se o bico está firmemente colado à base (para que não haja risco de ele se soltar e seu filho engasgar) e troque assim que vir algum sinal de desgaste.
Truques e estratégias para a chupeta ir embora de vez
• Vá diminuindo aos poucos os períodos em que permite o uso da chupeta.• Restrinja a chupeta a momentos críticos do dia, como a hora de dormir ou quando seu filho está doente, se sentindo mal. Seja firme.
• Se for premiar a criança por não usar a chupeta, prefira brincadeiras, passeios, privilégios, adesivos ou presentinhos simples -- não dê doces a ela no lugar da chupeta.
• Reforce a idéia de que crianças mais velhas não usam chupeta -- elas adoram se sentir mais crescidas.
• Incentive a criança a dar todas as chupetas para alguém -- nem que seja o Papai Noel ou o coelhinho da Páscoa. E, depois que ela der, faça de tudo para não voltar atrás. Se não houver nenhuma data apropriada próxima, você pode inventar a "fada da chupeta", que deixa um presentinho em troca.
• Converse com outros pais para saber que estratégias eles usaram. Há quem faça, por exemplo, um furinho na chupeta, prejudicando a sucção, e diga ao filho que a chupeta "quebrou".
• Identifique os sinais de que seu filho está pronto para largar a chupeta e aproveite o momento. Durante um resfriado, é comum que a criança rejeite a chupeta, pois precisa respirar pela boca por causa do nariz entupido. Se isso acontecer, tire as chupetas de vista e espere. Quando seu filho pedir a chupeta, não dê imediatamente. Pode ser que ele largue o hábito naturalmente.
Muitas crianças se acalmam quando usam chupeta e chegam a utilizá-la até ter 5 ou 6 anos de idade. Às vezes, a chupeta também ajuda a criança a aliviar o estresse ou a se adaptar a situações novas e desafiadoras, como quando começa a ir à creche ou escolinha, ou quando precisa fazer uma viagem muito longa de carro, ou de avião. “Entretanto, o uso da chupeta pode estar relacionado a outros fatores, tornando a situação muito mais complexa”, diz a fonoaudióloga e doutora em Distúrbios da Comunicação Humana, Silvana Bommarito. Ela tira-dúvidas referentes ao uso de chupetas e dá dicas para os pais ajudarem a criança a deixar de usá-la.
“Inicialmente deve ser identificada a causa do uso constante da chupeta, porque, por exemplo, se for para chamar a atenção dos pais ou mesmo uma carência afetiva, removê-la poderia gerar outros problemas. Em uma situação onde o uso da chupeta é apenas hábito, os pais devem reduzir a freqüência e duração do seu uso”, conta a fonoaudióloga. Veja o que mais ela disse.
É verdade que o uso freqüente de chupetas pode causar infecções de ouvido em crianças que já tem tendência ao problema?
“Não. A chupeta não tem relação direta com as infecções de ouvido. Independentemente da chupeta, uma criança propensa a infecções de ouvido as terá usando ou não chupeta”.
A chupeta prejudica o desenvolvimento da fala?
“A chupeta poderá prejudicar no desenvolvimento da fala se a criança utilizá-la incorretamente, ou seja, durante todo o dia ou quando estiver falando. O fato de manter a chupeta na boca (apenas como hábito) sem que esta esteja sendo sugada pode acarretar alteração da tonicidade muscular da língua, lábios, bochechas, podendo provocar uma alteração da produção correta dos sons da fala, além de favorecer uma respiração alterada do tipo bucal”.
Por que é tão difícil fazer as crianças abandonarem a chupeta e porque as crianças ficam tão dependentes dela?
“O uso da chupeta em uma criança que está com dificuldades em abandoná-la é um hábito e não apenas um complemento da sucção, ou mesmo uma necessidade de se tranqüilizar. Como todo hábito, sua remoção é difícil de ser realizada”.
O uso de chupeta pode acarretar o desmame precoce?
“Não, pois quem pode competir com a amamentação no peito é a mamadeira”.
Como os pais podem ajudar a criança a se livrar da chupeta?
“Os pais devem proporcionar à criança atenção, carinho, atividades lúdicas, ou seja, realizar brincadeiras, leituras, conversas, jogos. Deve-se conversar com a criança sobre a remoção da chupeta e as conseqüências do hábito. Pode-se dizer, por exemplo, que o uso da chupeta pode alterar a posição dos dentes, criar o costume de ficar sempre de boca aberta, além de reforçar que a criança está crescendo e conquistando outros desafios, como ir à escola, dormir na casa de amigos, etc.
Após a "compreensão" da criança sobre a não necessidade do uso da chupeta, deve-se fazer a troca com um objeto que a criança queira muito. Esta opção deve ser aceita pela criança e não imposta pelos pais. Quando a criança aceitar a troca, já será um sinal de que provavelmente esteja preparada para a separação da chupeta. Assim, os pais devem fazer a troca e caso a criança peça novamente a chupeta eles devem lembrá-la de que foi feita a troca. Geralmente as crianças pedem a chupeta no primeiro dia e depois não pedem mais. Lembrando sempre que cada criança reage de uma maneira e ninguém melhor que a própria família para auxiliar neste processo”.
http://www.chrisflores.net/saude/3/materia/673/mudanca-de-habitos.html
Apenas 35% dos professores de educação infantil, no Brasil, fizeram alguma especialização na área. É o que aponta pesquisa realizada pela Fundação Victor Civita (FVC) em parceria com a Fundação Carlos Chagas (FCC), que tem como tema “A Gestão da Educação Infantil no Brasil”. De acordo com o estudo, no entanto, os professores nas redes diretas e conveniadas serem formados em pedagogia.
O objetivo do estudo é
entender o cenário desta fase educacional, que tem matriculado 18,4% dos
brasileiros de até 3 anos e 80% das crianças de 4 a 6 anos.
O cenário da pesquisa
revelada pela FVC é muito diferente do ideal, 65% dos professores que
atuam nessa área não têm nenhuma qualificação para trabalhar com
crianças na faixa etária atendida, que vai de quatro meses a seis anos.
Além disso, os auxiliares também chamados de assistentes, cuidadores ou
recreacionistas têm concluído, em sua maioria, apenas o Ensino Médio, e,
em muitos momentos, o auxiliar fica sozinho com as crianças, sem ter
qualquer tipo de formação ou planejamento para trabalhar com esses
pequenos.
Em muitos casos, o papel do diretor nem
sempre existe na educação infantil, nas escolas onde o diretor está
presente, muitas vezes as pequenas crianças não recebem a atenção
necessária do profissional, por coexistir com outras etapas de ensino.
Outro dado importante apresentado pelo estudo, é que em nenhum dos
municípios pesquisados os diretores eram concursados, sendo que pouco
mais de 10%, haviam assumido o cargo por indicação, e 46% assumiram por
meio de eleição.
Com o objetivo de aprimorar a
educação infantil no Brasil, a FVC reuniu alguns especialistas para
discutir e identificar soluções aos problemas constatados, e separou
algumas sugestões de melhorias por órgãos governamentais, entre elas
estão, inclusão no censo escolar, de um campo para identificar as
unidades de educação infantil anexas a escolas do Ensino Fundamental, e
aprimorar os tutoriais em relação ao preenchimento desses dados,
desenvolvimento de normas objetivas que facilitem a fiscalização local
sobre os padrões básicos de qualidade para a educação infantil,
considerando a legislação e os documentos orientadores pelo Ministério
da Educação (MEC) e do Conselho Nacional de Educação (CNE), sugestões
estas que envolvem, Secretarias Municipais de Educação, Poder Executivo
Municipal, Ministério da Educação entre outros órgãos.
Para realizar a pesquisa, a FVC analisou
180 escolas públicas e conveniadas de seis capitais brasileiras. Os
pesquisadores também realizaram entrevistas com técnicos das Secretarias
de Educação, gestores e membros das comunidades sobre diversos temas,
como, políticas municipais da área, formação do diretor e modelos de
gestão escolar.
http://eshoje.jor.br/professores-da-educacao-infantil-nao-tem-formacao-especifica-para-trabalhar-com-criancas-menores-de-6-anos.html
domingo, 30 de setembro de 2012
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